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	<description>Minhas histórias, opiniões, idéias e acontecimentos</description>
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		<title>Guia de Reviews &#8211; Parte 1 de 4 &#8211; Por Daniel Tenreiro</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 01:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito não ouço mais falar em reunião de pauta. A meu ver, é o começo de todo periódico que pretende ser levado a sério. Envolve mais que um simples: &#8220;Cada um pega tantas matérias e pronto”. Os editores, de &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1111">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito não ouço mais falar em reunião de pauta. A meu ver, é o começo de todo periódico que pretende ser levado a sério. Envolve mais que um simples: &#8220;Cada um pega tantas matérias e pronto”. Os editores, de assunto em assunto, de pessoa em pessoa, decidiam quem faria o que na edição seguinte. Todos davam pitaco, da abordagem à arte, até o fechamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colaborador era praticamente uma profissão de luxo, pois pouca coisa ia para fora. Com o tempo ganharam mais e mais espaço, e muitos se tornaram até substitutos daqueles que migraram para veículos de maior expressão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jornalista custa caro, aluguel de prédio custa caro, equipamento, papel, impressão, distribuição, tudo é (muito) dinheiro. Sem ele nada se faz. E quem quer um bom profissional, um bom serviço, paga caro. Jornalista é caro. Blogueiro não.</p>
<p>&nbsp;<span id="more-1111"></span></p>
<p>Conversando com um camarada da área &#8211; não o comprometerei &#8211; ele concluiu que o atual nível de qualidade de certas publicações é realmente questionável (e que, como não somos pagos para resolvermos isto, então não é da nossa conta). Outro amigo jornalista disse exatamente o mesmo.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Decidi então tornar público este guia de reviews, com o intuito puramente educacional. É impossível que não dê para tirar algo de bom dele. Faz parte de um projeto (abandonado) de manual de redação e estilo feito por vários editores que passaram pela EGM, do primeiro ao último número.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tipo de jornalismo proposto neste material é utópico e contraditório em vários pontos. Não tomarei partido a respeito disto. Saberão do que estou falando aqueles que trabalham ou já trabalharam no ramo. O único cuidado que tive foi o de revisar, só.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora é de todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center">EGM Brasil</p>
<p align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;">Guia de Reviews</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CAPÍTULO 1 &#8211; Escrevendo cada vez melhor</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Crítico, não analista</strong></p>
<p><strong> </strong>O analista concentra seu review em aspectos técnicos, como gráficos, som, etc. Ele diz como é e quais os conceitos presentes no jogo, de forma prática e concreta.</p>
<p>O crítico discorre sobre quesitos subjetivos, como as sensações que se tem ao jogar, que tipo de emoção a narrativa desperta, o estilo artístico adotado (não somente a qualidade gráfica), a imersão da jogabilidade (e não só a descrição dos comandos). Textos atemporais, claro, são características de excelentes reviews.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tempo de jogo</strong></p>
<p><strong> </strong>É uma matemática fácil: quanto mais você joga, melhor é o review. Não basta jogar 20 ou 30 minutos. Tem game que não começa antes dos 40.</p>
<p>Muita coisa muda enquanto você avança. O jogo pode ficar mais legal, ou de uma hora pra outra, terrivelmente difícil, desequilibrando a curva de aprendizado. Pode ter um final fantástico ou broxante.</p>
<p>Não há uma regra geral, até porque não dá pra terminar todos os jogos, mas, recomenda-se um mínimo de duas horas para ter um panorama básico na hora de escrever uma crítica com propriedade.</p>
<p>Saiba pesar a importância do fator replay, que determina não apenas o tamanho do jogo, como também, os incentivos que ele oferece para continuarem-no.</p>
<p>Um jogo pode oferecer muitas horas, mas se for entediante, não valerá nada. Mesmo com poucas coisas a fazer, pouca variação, se tiver uma mecânica genial, cativante e simples, muitas vezes se torna inesquecível. Em certos casos, o excesso de tarefas deixa a complexidade atrapalhar o conjunto. No mais, você só vai conseguir julgar o quanto a longevidade de um game afeta a nota final se jogar de fato por muitas e muitas horas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Preparativos</strong></p>
<p><strong> </strong>Enquanto jogar, faça anotações sobre sua experiência: comandos, sensações, momentos-chave, mecânicas, impressões sobre gráficos, som etc. Tome nota sempre que julgar algo importante, sempre em sequência. Isso é importante, pois você fatalmente esquecerá alguma coisa. Acontece com todos, acredite.</p>
<p>Quando se sentir confiante para formar uma opinião, pegue suas anotações e coloque-as numa sequência lógica: junte as impressões sobre gráficos num tópico &#8220;Gráficos&#8221;, sobre enredo num tópico &#8220;Enredo&#8221; e assim por diante. Depois, coloque-os numa ordem de relevância determinada por você, numa cadência de ideias, ou seja, tomando cuidado pra que um assunto puxe o outro.</p>
<p>Isso se chama &#8220;Pauta do Review&#8221;, que é a reunião de ideias a respeito de sua experiência de jogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trabalho de Pesquisa</strong></p>
<p><strong> </strong>Para enriquecer a sua análise, pesquise sobre o título. O Google e a Wikipedia são seus melhores amigos, mas não os únicos. Não tenha vergonha de recorrer ao Gamefaqs, a fóruns, pois dizem a opinião de outros jogadores/consumidores. Saiba quais são as dúvidas comuns que surgem &#8211; no site oficial do jogo, blog dos produtores, sempre tem respostas para isto -.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Para quem estou escrevendo</strong></p>
<p><strong> </strong>Você já parou para se perguntar isso? O leitor médio da EGM Brasil é o jovem-adulto, de 20 a 25 anos. Portanto, não ofenda a inteligência do seu interlocutor. Utilize linguagem informal, mas sem cair para a banalidade. Palavras rebuscadas são permitidas, mas de vez em quando. A missão de um texto aceitável é comunicar uma ideia com clareza e objetividade.</p>
<p>Outra regra em relação à pessoa que você se dirige: nunca diga &#8220;<em>o jogador pode fazer tal coisa</em>&#8220;. O tal &#8220;jogador&#8221; é o seu leitor, então, pra referir-se a ele de forma impessoal? Não é mais fácil dizer somente &#8220;você&#8221;?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Justificativas</strong></p>
<p><strong> </strong>&#8220;Os gráficos poderiam ser melhores&#8221; é a pior afirmação que um crítico pode fazer. Melhores como? Em relação a que? Baseado em que fatores? É necessário justificar seus argumentos sempre, não apenas soltar declarações vagas, abertas a interpretações. Não deixe que o leitor faça o seu trabalho, diga a ele exatamente o que você pensa. E seja coerente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informação selecionada</strong></p>
<p><strong> </strong>Limites, eles são cruéis. Você terá limites de caracteres quando for pautado, e não poderá ultrapassá-los. O ideal é entregar sempre um pouquinho a mais, entre 5% ou 10% do limite, para que o editor tenha margem para cortes selecionados. Abaixo ou acima do limite é ruim.</p>
<p>Com o limite em mente, provavelmente você não conseguirá escrever sobre tudo o que anotou e pesquisou, então terá que selecionar o que é essencial para tornar claro o seu ponto de vista. Escolha os fatores que mais pesaram na sua análise de jogo, positivos e negativos, e discorra preferencialmente sobre eles.</p>
<p>Os tópicos que ficarem à margem de sua filtragem poderão ainda fazer parte de sua crítica se você tiver criatividade e inteligência, inserindo-os em construções frasais sobre os tópicos principais.</p>
<p>Quando estiver falando, por exemplo, sobre a câmera ineficiente que faz cair em abismos, um breve comentário como &#8220;pelo menos os gráficos são bonitos&#8221; ajudam a quebrar um pouco o clima de decepção. Combina ideias em uma mesma frase ou parágrafo, em vez de construir segmentos distintos para cada coisa.</p>
<p>Ao terminar, verifique a quantidade de caracteres e abrevie construções longas. Corte enfeites de texto e, em último caso, informações, começando pelas menos relevantes. Fale o essencial, de forma criativa e em menos espaço.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Interação inter-críticos</strong></p>
<p><strong> </strong>Houve uma época na EGM que era proibido um crítico conversar com o outro sobre seus reviews e notas. Hoje, recomenda-se tal prática. Mais ainda: aconselha que os textos reflitam essas discussões.</p>
<p>Porém, há que se ter o cuidado de não fazer referências gratuitas, citando o colega de qualquer jeito e forçando a uma pseudo-interação (&#8220;<em>eu concordo quando ele diz&#8230;</em>&#8221; ou &#8220;<em>eu não acho que tal coisa seja ruim</em>&#8221; etc.). Seja funcional, incisivo, sempre que a situação pedir. Argumente sempre.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-Continuação&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>A Jornada em Caledora – Cap  6 &#8211; O mistério do Guardião.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 02:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de deixar Abraham por dentro de toda a situação, os companheiros decidiram descansar mais uma noite. Só sabiam que era noite, porque Mika, como anão, explicava tudo o que era necessário, tomando as rédeas da liderança. Zentran e Long &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1098">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de deixar Abraham por dentro de toda a situação, os companheiros decidiram descansar mais uma noite. Só sabiam que era noite, porque Mika, como anão, explicava tudo o que era necessário, tomando as rédeas da liderança.</p>
<p>Zentran e Long agradeceram, eram necessárias horas de descanso ininterruptas para recuperarem as capacidades mágicas.</p>
<p>Quando acordaram, Mika os guiou pelos túneis. Mesmo não assumindo, gostava de ter um monte de rocha sobre a sua cabeça. Long acompanhava ao lado do anão. Os túneis em sua maioria deixavam duas pessoas passarem.</p>
<p>- São caminhos das dríades, seus troncos são iguais aos dos elfos, porém escuros e de rostos malignos, mas suas pernas são enormes, iguais de aranhas, só que largas como três anões.</p>
<p>– Ele descreveu o que era possivelmente um dos maiores perigos para eles. &#8211; Fiquem atentos, elas andam pelas paredes e podem prender um humano em suas teias, mais rápido que um de vocês consiga dizer “Cerveja sem tonel de carvalho, não ofereço nem para elfo”. Nada contra vocês, Zentran.<br />
<span id="more-1098"></span><br />
Zentran, que seguia no fim do cortejo ao lado de Bado, riu mais que o próprio anão daquele ditado.<br />
Abraham estava no meio das duas duplas, protegido e numa posição estratégica para utilizar suas magias. Falando nessas magias, Abraham que teve sua experiência questionada, provou ser um aventureiro competente.<br />
Após acordar, sentou com Long e Zentran, discutiu os caminhos da magia que cada um controlava, após conhecer as especialidades, dividiu da forma mais eficaz o poder mágico do grupo.</p>
<p>Deixou a cura mágica e poderes que eram mais fortes naquelas condições com Zentran, além de alguma capacidade de restauração. Dividiu com o Bunshingetsu o trabalho de aumentar as habilidades dos companheiros e os poderes de ataque e defesa.</p>
<p>Um dos feitiços que facilitou a viagem por baixo da terra, que era sofrida com a pouca iluminação das tochas, foi o que deu a mesma capacidade anã aos humanos e ao elfo, ver no escuro.</p>
<p>Bado não quis esse beneficio, para a estranheza de todos, mas ninguém podia negar que ele parecia ver tão bem como Mika. Não demorou para ele provar que era desnecessária a preocupação.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Os caminhos tortuosos de baixo da terra fizeram com que todos perdessem a noção do tempo e direção, Abraham Whaspin que tentou começar um mapa, há muito tinha largado o pergaminho e a tinta. A confiança estava depositada sobre o anão.</p>
<p>Mika tinha tirado as botas para sentir o chão, andava com uma das mãos sempre tocando as paredes naturais. Abraham tinha suspeitas sobre aquilo. Por sua vez, Zentran, que por questão das “tragédias&#8221;, estudou muitos as raças envolvidas nesses grandes conflitos, sabia bem o que era aquele jeito especial do anão. Com certeza Mika era abençoado com a memória ancestral.</p>
<p>Chegaram ao que seria um enorme vale, do fundo vinha o som de um rio, que afundou a tanto a terra que a visão mágica deles não conseguia ver o final da paisagem.</p>
<p>Dos lados podiam ver outros buracos que acabavam abruptamente. Alguns tinham indícios de ter possuído uma ponte, porém nada no alcance da visão mostrava um jeito fácil de atravessar aquele enorme vazio.</p>
<p>- Ou aprendemos a voar para ir em direção àquele túnel, o que ainda não sou capaz de fazer. – Abraham apontou para um ponto– ou vamos voltar e descer até chegar ao rio para atravessar.</p>
<p>Como não houve discussão, voltaram e seguiram o caminho indicado. Zentran queria perguntar ao anão sobre ele ser um dos herdeiros do mapa ancestral que Dwarfen e Yndilie fizeram dos subterrâneos de Caledora e cravaram na mente de alguns anões, ainda no tempo que nenhum mortal vivia, porém segurou aquele ímpeto para quando parassem para descansar.</p>
<p>O anão escolheu um ponto calmo do rio para atravessar. Quando todos tinham passado, Mika deu o sinal que esperavam.</p>
<p>- Agora, Abraham! – gritou o Anão.</p>
<p>Palavras em alguma língua estranha foram proclamadas e gestos, mais rápido do que o anão imaginava, fizeram o mago controlar a energia da luz, disparando uma bola que subiu trinta metros e fez um pequeno sol surgir. Preparados para aquilo, todos protegeram os olhos.</p>
<p>Tentando se aproveitar do ambiente, as Dríades que estavam armando uma emboscada, foram pegas de surpresa, aquela luz cegou a maioria, algumas caíram. O plano consistia em esperar alguns segundos e atacar as Dríades, que demorariam muito mais para entrar em guarda.</p>
<p>Mal o sol de Abraham tinha iluminado e nenhum grito de dor das Dríades tinha sido escutado, quando escutaram algo fora do plano.</p>
<p>- Velocidade do Raio Dourado! – Era a frase que atirava as magias que Long preparou sobre Bado. Era uma soma magias de pouco duração, ele devia usar logo depois que Abraham ferisse alguns dos inimigos.</p>
<p>Nenhum dos companheiros, ainda sem enxergar direito, viu Bado correr em direção a uma rocha enorme, saltar os quase quatro metros e cair com os dois pés em cima de uma Dríade escondida.</p>
<p>Menos ainda o viram esquivar de um ataque de lança vindo de trás, girando o corpo e acertando a nuca de outro inimigo.</p>
<p>Mika estava se recuperando, quando viu o guardião correr na direção de duas Dríades. Uma que mal fora afetada disparou duas flechas na direção do homem que brilhava dourado por causa da magia. Em meio à corrida, ele desviou de uma das flechas, mas isso o colocou em linha reta com a outra, que atravessaria seu crânio.</p>
<p>Para surpresa do anão, Bado pegou a flecha no ar com uma das mãos. Há poucos metros da Dríade arqueira, ele saltou. Diferente do salto alto que deu para ultrapassar a rocha, esse era mais baixo, mas terminou em um chute poderoso. O barulho das costelas da criatura encheram os túneis.</p>
<p>Mika, que não sabia definir aquele golpe, viu Bado derrubar a Dríade ainda desnorteada com um soco duplo. Long, que já estava bem, acabou com a dúvida do companheiro.</p>
<p>- O Vôo do Dragão! – disse ele, quando dois raios de calor passaram bem perto, entretanto tinha como alvo uma dríade enorme que se aproximava com um porrete feito de rocha.</p>
<p>- Acordem vocês dois. Não sei como Bado luta sem conseguir ver, mas agora não é o momento para isso. – Abraham estava preparando algum outro encanto, enquanto Zentran curava um ferimento na perna dele. No chão perto deles, três dríades estavam caídas.</p>
<p>- Como é? O mago e o Magrelo já derrubaram três? – Mika investiu contra a do porrete, acertando bem no peito com seu martelo. Arremessou uma machadinha em outra que estava pendurada e também usava arco.<br />
Graças à estratégia de Mika e Abraham e, principalmente, pela ação de Bado, a vitória foi fácil naquele dia.</p>
<p>Ele passava correndo e desferindo seus golpes, por vezes parecido com os artistas marciais da terra de Long, outras parecido com algo mais selvagem e rústico. Nesses momentos, era possível ver uma energia branca, mais perto do seu corpo do que a luz dourada da magia e todos sentiam uma brisa gelada, daquelas que alivia um dia de calor absurdo, mas, ao mesmo tempo, indicava que um poderoso e letal inverno estava chegando.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;">Tenho o prazer de dizer que mais um texto meu saiu no RPGVALE (<a href="http://www.rpgvale.com.br/2012/04/cancoes-da-meia-noite-48-furiosa-e-o.html">http://www.rpgvale.com.br/2012/04/cancoes-da-meia-noite-48-furiosa-e-o.html</a>)</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, todos fiquem atentos. Duas novidades estão chegando, uma diretamente ligada ao blog. E outra para todos os Geeks do mundo.</p>
<p style="text-align: center;">Semana que vem, uma delas chega&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Jornada em Caledora – Cap  5 &#8211; Memórias na escuridão</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 01:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma caverna escura, na verdade um túnel, Abraham abriu os olhos, o que ajudou pouco, ou quase nada a entender onde estava. - Ele esta acordando. – Não sabia a onde estava, mas reconheceu a voz do anão Mika. &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1093">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma caverna escura, na verdade um túnel, Abraham abriu os olhos, o que ajudou pouco, ou quase nada a entender onde estava.</p>
<p>- Ele esta acordando. – Não sabia a onde estava, mas reconheceu a voz do anão Mika.</p>
<p>- O que houve? Onde estamos? Arghhh &#8211; Uma dor na cabeça explodiu quando tentou levantar rápido. Parecia dividir seu cérebro Igual à ressaca de batida de minotauro, uma bebida muito forte. Campeonatos eram feito de quem conseguia beber mais de meio litro dela.<br />
Colocou a mão na cabeça e sentiu um galo.<br />
<span id="more-1093"></span><br />
- Acalma-se, meu amigo, você caiu e bateu à cabeça em uma pedra, além de tudo o anão caiu em cima de você. – Long aproximou-se com uma tocha. – O druida gastou um pouco da energia dele no anão e preferimos cuidar do seu ferimento com bandagens e ungüento de ervas que eu tenho comigo.</p>
<p>Abraham tentava alinhar as idéias. Saíram da sua mansão em direção a montanha de Minsterin, pegaram uma rota pouco movimentada, mudaram o trajeto, pois um morro desbarrancou ou algo assim. Estavam para entrar em uma mata, que dava volta por um morro, era o que achava, dai era tudo branco.</p>
<p>- Ele acordou? &#8211; A voz de Bado, seguida por outros passos, indicava que onde estivessem apenas ele não enxergava direito. Fora o alcance da tocha que, agora, Mika segurava.</p>
<p>- Onde está o Elfo? &#8211; Mesmo poderosa, a voz de Mika não ecoava farta pelo túnel, pareciam esta numa espécie de câmara natural, o som que ele produzia parecia se fundir com a rocha em volta.</p>
<p>- Acalma-se, Anão. Estou aqui. – Nunca assumiria, mas Abraham ficou aliviado de ver, todos principalmente Zentran, com o colar, reunidos.</p>
<p>- Não disse que ele só fazia tipo? – A voz de Long saiu um pouco mais alta do que imaginava, menos a luz mágica, foi fácil ver o rosto de Mika ficando vermelho.</p>
<p>- Olhe aqui seu Amarelo, abra esse olho, a única coisa que não quero é ser babá de mais alguém.</p>
<p>O martelo firmou melhor na mão, talvez fosse por estar embaixo da terra de novo, Mika lembrou aos companheiros, que era um anão.</p>
<p>- Certo! Todos relaxem. – O Elfo tentava acalmar os animos. &#8211; Já estamos em uma situação complicada, desavenças não ajudam em nada. – Disse isso, mas preparava mentalmente um encanto que prenderia um ou dois nas paredes se necessário.</p>
<p>Abraham sentou quando sentiu a cabeça parar de latejar.</p>
<p>- Alguém poderia me explicar, como chegamos aqui?</p>
<p>Mika levantou indo para a saída da pequena sala natural onde se encontravam.<br />
- Vou vigiar o corredor. – Trombou com Long no caminho, o Ryurin ignorou, sabendo que não adiantaria discutir com ele.</p>
<p>- E o que houve com esse anão? – Abraham, sentia que tinha esquecido algo importante.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Após saírem da mansão Washpin, foram duas semanas a cavalo, sem que nada demais houvesse, fora um ataque de goblins e um encontro aleatório com uma dupla de assaltantes atrapalhados, Ralf e Clark.</p>
<p>Dois rapazes que eram mais perdidos que Beholder cego em encontro de família, uma piada que Abraham fez e ninguém entendeu.</p>
<p>Libertados, juraram amizade eterna ao grupo e indicaram um caminho que contornaria a floresta que eles iriam entrando. Após uma magia de Long, foi provado que eles diziam a verdade.<br />
Pegaram uma direita em uma bifurcação, que a dupla também tinha indicado, o caminho era difícil e tortuoso, mas um pequeno desmoronamento fez com que voltassem.</p>
<p>O calor era escaldante para a época. Quando começavam a descer pelo outro caminho, Zentran parou o grupo.</p>
<p>- Esperem, estão escutando? &#8211; Era possível ver as orelhas mexendo. Mika abaixou tocando a terra. Parecia conversar, sentia algo incompreensível aos outros.<br />
- Vamos correr! Estamos em uma péssima posição. &#8211; Dispararam pela estrada. Tempo depois era possível ver um bando a cavalo seguindo na direção deles. Eram muitos e acuaram o grupo.<br />
Estavam cercados, mais de vinte homens armados e montados.<br />
Maltrapilhos, apenas um deles se destacava.</p>
<p>Negro, assim com o seu cavalo. Cabelos cheios de dreads. Tinha colares e anéis em demasia. Dentes de ouro, onde faltavam os verdadeiros.</p>
<p>- Ora, o que os deuses colocaram em nossos caminhos, homens? &#8211; Os tais homens, riram com o comentário do chefe do bando, a voz dele era poderosa e falava com clareza, tinha uma postura invejável do alto do cavalo. Long achava que devia ser um ex-soldado. Mika e Bado, mesmo sem saber, já dividiam uma similaridade estratégica, pensavam na melhor forma de derrubar o maior número de inimigo na primeira oportunidade de ataque. Abraham estava quieto, ou era o que a maioria achava, Zentran e Long perceberam sua intenção do mago e tentaram ajudar.</p>
<p>- Não temos nada que o interesse é melhor que parta. &#8211; O sotaque de Long só deixou os bandidos mais interessados.</p>
<p>- Veja! Temos alguém de fora. Como era o nome do povo dos olhinhos puxados, em Cão Babão? &#8211; O que parecia o braço direito do líder, tinha um rosto marcado, como se um cachorro o tivesse mordido todo. Saliva descia pelo canto da boca onde um rasgo aumentava o sorriso macabro dele.</p>
<p>- Tomorachi, chefe Flatron! &#8211; Limpou com as costas da mão, o canto da boca. &#8211; Dizem que eles lutam bem.</p>
<p>- Hum, então lutam bem? Seria intere&#8230;</p>
<p>- Ele já disse, não temos interesses em luta. Queremos apenas seguir o nosso caminho. &#8211; Os homens apontaram os arcos e algumas bestas para eles. Aparentemente Zentran cortar o que o Chefe dizia não era bem aceito. Sem ligar para isso o Druida continuou. &#8211; É desnecessária uma luta entre nós.</p>
<p>- Hahahahaha, não sabia que além de orelhas, os Elfos tem bocas grandes. &#8211; Os homens riam como gralhas. &#8211; Parece que você não entendeu. Está no meu território, nem a milícia da capital vem aqui. Sou Flatron, Inferno negro. E&#8230;<br />
Flatron cortou o que dizia, quando viu dois dos seus homens caírem do cavalo, pareciam dormir. Outros dois pareciam tontos.</p>
<p>Inferno Negro sentiu no braço o toque da mão de Cão Babão, ele apontou para o meio do grupo, onde Abraham fazia gestos mágicos até então camuflados pelos amigos.</p>
<p>Um martelo de arremesso voou na direção do mago, Mika saltou colocando seu broquel na frente, se não fosse um escudo forjado nas chamas de Boldaxin, teria rachado tamanha a força dos braços de Cão Babão.</p>
<p>O Impacto fez Mika cair por cima de Abraham, esse bateu a cabeça em uma pedra e desmaiou. Os capangas dispararam duas ou três flechas, antes que Flatron impedisse o ataque.</p>
<p>Não passou despercebido, pelo líder do bando, nem pelo seu cão, que das três flechas, uma se perdeu tamanho o erro. Mas as outras duas, que tinham o Elfo como alvo certo, foram aparadas no ar, por Bado e Long.</p>
<p>- Hum, parece que o grupo de vocês é mais interessante que eu imaginei. &#8211; Um sorriso brilhante tomou todo o seu rosto &#8211; É hora de jogar.</p>
<p>Foram levados um pouco abaixo da onde estavam. Dentro de uma enorme cratera, que tinha visto. Vários buracos desciam para dentro da terra. Bado carregava Abraham desacordado. Zentran tinha feito um curativo em Mika, preferiu isso a mostrar aos inimigos que também sabia usar magia.</p>
<p>Pararam enfrente ao um buraco enorme, praticamente um caverna. Três pessoas entravam lado a lado.</p>
<p>- Bem senhores, sintam-se honrados. Normalmente só roubamos e matamos nossos alvos, mas vocês terão a honra de participar de uma brincadeira nossa. Hehehehe &#8211; Os dentes de ouro refletiam a luz do sol.<br />
Seja lá o que ele planejava, seus homens gostaram e estavam excitados como se um bordel novo acabasse de abrir do lado deles.</p>
<p>- Esse túnel é umas das entradas de uma cadeia, quase um labirinto, o jogo acaba se você conseguirem sair. O que não será difícil, afinal vocês tem um anão, com a patinha machucada, mas ainda é um anão. &#8211; Mika nem escutava o que o Flatron falava, seu olhos eram puro ódio apontado para o seu braço direito. &#8211; É claro que algumas criaturas do subterrâneo, podem não gostar da visita de vocês uhauhauhauhahua</p>
<p>Eles até poderiam lutar e vencer, mas com Abraham desmaiado e Mika ferido, não passariam isso sem baixas.</p>
<p>- Vamos entrar, mas já digo uma coisa. &#8211; Mika apontou o martelo de arremesso para Cão Babão, ninguém teve coragem de chegar perto do anão para recuperar a arma. &#8211; Quando eu sair de lá, vou arrebentar a sua cabeça com isso.</p>
<p>A baba escorreu quando o Cão sorriu para Mika.<br />
- Chega de promessas de amor, entrem logo. &#8211; Flatron viu o grupo entrar no buraco, com um sinal, seus homens empurraram uma enorme pedra para tapar o túnel.</p>
<p>Cão encarou o líder, parecia pedir algo ao dono.</p>
<p>- Certo. Certo. Se eles saírem pode matar o anão. Isso se as Dríades não trouxerem a carcaça desses malditos para nós. Afinal esse é o trato &#8211; Ele puxou um garrafão de vinho, protegidos por couro e tomou um longo gole. &#8211; Mandamos comida e elas nós dão os itens, e esse é caso especial. &#8211; Ele riu com seus dentes brilhantes &#8211; o Elfo tem o que o Huno quer.</p>
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		<title>Mais um experimento.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 01:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É isso aí meu povo, minha pova. Mais um teste no Construct 2 para vocês avaliarem. Deixem os Scores no comentários&#8230; Click para começar: 1945 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;Atualizações&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Mais vidas Manter X pressionado atira continuamente, porém mas devagar que apertando o espaço &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1084">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso aí meu povo, minha pova.</p>
<p>Mais um teste no Construct 2 para vocês avaliarem.<br />
<span id="more-1084"></span><br />
Deixem os Scores no comentários&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a title="1945 - reciclando " href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1945/" target="_blank">Click para começar: 1945</a></p>
<p style="text-align: center;">
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;Atualizações&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Mais vidas</span><br />
<span style="color: #ff0000;"> Manter X pressionado atira continuamente, porém mas devagar que apertando o espaço como se não houve amanhã</span><br />
<span style="color: #ff0000;"> Especial prolongado</span><br />
<span style="color: #ff0000;"> Se um submarino for morto num especial, dropa vida extra</span><br />
<span style="color: #ff0000;"> Tiro dos aviões mais lento, porém randômico.</span><br />
<span style="color: #ff0000;"> Movimento da nave melhorada.</span></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;Fim &#8211; Atualizações&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Próximo. Passo é descobrir como fazer um score de verdade.</p>
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		<title>Nova Engine à vista!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construct 2]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[construct 2]]></category>
		<category><![CDATA[game engine]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje divido com vcs o meu estudo na engine Construct 2, graças ao meu cunhado que quis saber como se faz jogos para  facebook, e me deixou curioso com isso, busquei e achei essa poderosa ferramenta. Segue os exemplos que &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1077">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje divido com vcs o meu estudo na engine Construct 2, graças ao meu cunhado que quis saber como se faz jogos para  facebook, e me deixou curioso com isso, busquei e achei essa poderosa ferramenta.<br />
<span id="more-1077"></span><br />
Segue os exemplos que já fiz. Simples, mas em cada um não dediquei mais de 3 horas.</p>
<p><a title="Nave" href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nave" target="_blank">nave</a> (use as setas do teclado e o ctrl)</p>
<p><a title="Monster Attack" href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/02/monsterattack/" target="_blank">monster attack</a> (use as setas e o mouse)</p>
<p><a title="Tim na plataforma" href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/02/plataforma/" target="_blank">Tim na plataforma</a> (use só as setas do teclado)</p>
<p>Saindo outras coisinhas ou melhorando essas, eu posto.</p>
<p>Site da Engine: <a href="https://www.scirra.com/store" target="_blank">https://www.scirra.com/store</a></p>
<p>Abs</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Jornada em Caledora – Cap 4 – A decisão de Abraham</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 01:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Jornada em Caledora]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Romances]]></category>
		<category><![CDATA[Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Romances]]></category>
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		<category><![CDATA[Maulis]]></category>
		<category><![CDATA[Mika]]></category>
		<category><![CDATA[ryurin]]></category>
		<category><![CDATA[zentran]]></category>

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		<description><![CDATA[Tinham se encontrado de forma, no mínimo inusitada. Todos aparecem em sua mansão, alguns com motivos ilógicos ou visões, mas para ele, apenas um realmente interessava, Zentran, aquele que portava o colar. Após se apresentarem Abraham tentou tomar as rédeas &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1058">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Tinham se encontrado de forma, no mínimo inusitada. Todos aparecem em sua mansão, alguns com motivos ilógicos ou visões, mas para ele, apenas um realmente interessava, Zentran, aquele que portava o colar. Após se apresentarem Abraham tentou tomar as rédeas da situação.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Bem, Senhores. Não costumo acreditar em destino, porém seria estupidez acreditar que tantos caminhos foram traçados e se encontraram aqui por mero acaso. Por isso, peço a ajuda de vocês &#8211; Abraham mexia os braços e andava, sua família estava intrinsecamente ligada a<br />
nobreza e todos os jogos dos ricos.  Sabia ser teatral, sem exagero. Porém não estava acostumado com tantas culturas diferentes. E Mika fez questão de lembrar isso.</p>
<p><span id="more-1058"></span></p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- E o que você ganha com isso? &#8211; O que o anão disse, fez cabeças virarem dele para Abraham e voltarem ao anão. – Escutamos a história de todos. Eu não tenho nenhuma motivação santa ou mística, quero vagar por esse mundo, conhecê-lo mais. Ajudei esse Elfo, o que aparentemente foi bom para você. – Mika fechou o semblante, um sorriso nasceu em meio à barba farta. – E então? Qual é sua?</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Sem saber que conversava com alguém da nobreza anã, e as intrigas dos muitos ricos são parecidas, sendo reinos humanos, anões ou goblins, Abraham ficou um pouco acuado. Entretanto um lado seu ficou feliz, ele odiava tratar com pessoas burras, aqueles homens tinham um potencial para facilitar o seu caminho.<br />
Era tudo uma questão de ganhar a confiança deles.<br />
Dar as cartas certas.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- É verdade! – Girou a cabeça, devagar, olhando todos nos olhos. – Eu também tenho algo a ganhar. Não é algo com um valor medido em moedas ou sagrado. O dono do colar tem em seu poder parte de um tesouro, que foi do Rei Jorthan, do recém dominado reino de BarDland. E, em meio a esse tesouro, a documentos que, de maneira resumida, colocam a minha família na linha de sucessão da família real aqui de Maulis. E por mais que nossa majestade tenha seu herdeiro, que este viva por muito tempo, é óbvio o prestigio que minha família vai receber por essa ligação.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Abriu os braços, deixando claro que contara tudo, humildemente.<br />
- Senhores! Não, companheiros! Preciso de ajuda, tenho como pagar pelos seus serviços, isso não é problema.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Não vejo problema algum em ser pago, sabe bem que venho de longe. &#8211; Ninguém tinha acostumado com o sotaque quadrado do Ryurin, que com muito esforço, facilitava o entendimento de todos. &#8211; Porém, não pretendo sair do seu lado, vim por um propósito, que ainda não sei qual é, mas é ligado a você.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Então isso dificulta minha participação, o que busco de alguma forma está ligado ao filho do dragão, até que um sinal surja seguirei com ele. &#8211; Bado estava tão sério quanto o anão, ele não tinha certeza que devia esta ali, se envolvendo com politicagem inútil.<br />
Tinha que encontrar as partes da indumentária sagrada e retornar para casa.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Bem, como podemos resolver esse problema? &#8211; Abraham pensou em contratar mais mercenários, que ajudassem Zentran e Mika.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">O anão acompanharia em alguma espécie de lealdade de aventureiros. Ele tinha explicado que que o amuleto, ligou-se a energia mágica de Zentran. Se ele afastar-se por muito tempo, ele iria definhar de pouco em pouco. Só havia dois jeitos de livra-se do amuleto sem morrer.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Um ritual extremamente complexo, o que serviria apenas para transferir o fardo, ou devolve-lo ao altar, que fica numa caverna na montanha, na verdade, um enorme morro, chamado de Pé-de-Dragão.<br />
O morro era o destino deles, só faltava acertar quantos iriam, já que Zentran não aceitou transferir aquela obrigação a ninguém.<br />
Desde então a situação ficou em um impasse.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Mas foi o próprio Druida que acabou com os problemas.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Bem, considerando que foi por sua causa que tenho isso pendurado e é você interessado no que o dono desce artefato tem nada mais justo que você acompanhe essa trupe, afinal, como dizem os anões &#8211; Mika já sorria com a artimanha do Elfo, tinha pensando em algo parecido, mas não soube como arquitetar o plano. Não queria servir de serviçal para aquele homem &#8211; “se quer o metal bem batido, use você mesmo o martelo’.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Passou um tempo de silêncio pesado. Long, Mika e Bado aos poucos buscavam outros pontos para olhar. O nobre Washpin parecia mastigar algo seco e incomodo que não descia pela garganta sem um bom vinho. Aos poucos um sorriso, quase de alegria, surgiu em seu rosto magro, mesmo sendo claro que ele não passava fome.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Tocou o sino, que deu um susto em  todos. O criado estava trazendo mais vinho, por isso chegou rápido.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Sirva a todos e prepare os quartos de hospedes. – O jeito que ele tratou a todos, quebrou a tensão como se nunca tivesse existido. &#8211; E vou fazer uma lista de itens que você deve providenciar nós próximos dias. Vou debater com meus amigos o que é melhor para uma viagem desse tipo.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">O serviçal paralisou ao escutar o que o seu senhor disse, um ou outro deve ter pensado que fosse por ele sair com estranhos, o que era estranho sem dúvida. Mas foi o uso da palavra amigos. Mika tomou de sua mão a jarra, pois ele quase fazia transborda o vinho da sua caneca.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Após a saída do ainda incrédulo serviçal. Long não conteve sua preocupação.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Abraham, não que eu possa me intrometer, mas tem certeza de que quer fazer isso? É muito mais fácil contratar mais mercenários, para ajudar e&#8230;</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Fico honrando com sua preocupação, Long-san, e claro que poder dar a sua opinião. Porém, o que o Druida disse é verdade. Tenho que agir, depender de outros incapazes só atrasou meus desejos. E vocês me tiram por um nobre, uma espécie de boa vida. Mas já participei de uma ou duas investigações de caverna. Posso ser muito útil.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Bom saber, aliás um mago sempre é útil. &#8211; Disse Bado.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Era uma surpresa atrás da outra.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Então você também percebeu, bom saber que vou andar com pessoas astutas. &#8211; O anão virava mais uma caneca.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Como assim, Mika? Como você e ele sabem que Abraham é um mago? &#8211; Aquilo explicava muitas da suas suspeitas, Zentran achava estranho o conhecimento de Abraham, porém isso explicava o interesse em itens mágicos, conhecimentos de ritual e, talvez, aquela sensação de estar sendo observado enquanto viajavam.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- É fácil, Elfo. Preste atenção. Magro como um mosquito, fraco que não levantaria meu martelo de trabalho, mas tem olhos astutos. Sem calos na mão e muito esperto, logo não pode ser um bardo. Se ele não é mago, eu sou uma ninfa.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- AUHUAUAHUAHUAHUAHUAU &#8211; Um pensamento coletivo invadiu a mente de todos, menos a do Anão.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Imagina uma ninfa-anã? &#8211; Disse um.<br />
- Seria a ninfa mais feia ou a anã mais bonita? &#8211; Outro emendou.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Se não fosse pela barba, seria fácil ver o vermelhão no rosto de Mika, que saiu a passos rápidos da sala.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">- Mas onde está aquele servo com o vinho. E onde fica o meu quarto, estou cansado. É assim que tratam uma visi&#8230; &#8211; Sua voz sumia nos corredores. Abraham e Long precisaram de vários<br />
minutos para se recompor.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Dias depois, estavam com os pés na estrada, seguindo para o leste. Para o morro do Pé-de-Dragão.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Claro que o caminho não seria calmo.</p>
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		<title>Começando, de novo.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 00:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escritor]]></category>
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		<description><![CDATA[2012 chegou e o blog anda meio parado. Outras atividades estão me cobrando maior atenção. Mas aos poucos estamos voltando. Os participantes já prometeram post o mais breve possível. Deixo com vocês um desenho (faz tempo que não temos uma &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1051">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 chegou e o blog anda meio parado. Outras atividades estão me cobrando maior atenção. Mas aos poucos estamos voltando. Os participantes já prometeram post o mais breve possível.</p>
<p>Deixo com vocês um desenho (faz tempo que não temos uma arte por aqui), do meu camarada de pós, Marcel, que já prometeu outros desenhos.</p>
<p><span id="more-1051"></span></p>
<p><a style="text-align: center;" href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/01/FINAL_Druida.jpg"><img class="size-medium wp-image-1052 aligncenter" title="FINAL_Druida" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2012/01/FINAL_Druida-93x300.jpg" alt="" width="93" height="300" /></a></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_1052" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 103px;">
<dd class="wp-caption-dd">Druida Épico Fodão&#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p>Ele mostra a sua versão do druida do meu conto Renascimento, que saiu no blog mais foda do momento, o RPG VALE (<a href="http://www.rpgvale.com.br/2011/12/cancoes-da-meia-noite-36-renascimento.">http://www.rpgvale.com.br/2011/12/cancoes-da-meia-noite-36-renascimento.</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem quiser, pode mandar mais artes.</p>
<p>Abraço a todos.</p>
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		<title>Eu, eu mesmo e o Unity 3D</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 14:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[2012]]></category>
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		<category><![CDATA[RPG VALE]]></category>
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		<description><![CDATA[É, amigos! Fim de ano chegando, mas por aqui o tempo não para. Depois do “sucesso” do texto desse humilde protótipo de escritor no RPG VALE (cancoes-da-meia-noite-36-renascimento), voltamos as atenções para o mundo dos games. Terminei de ver a primeira etapa &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1037">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É, amigos! Fim de ano chegando, mas por aqui o tempo não para. Depois do “sucesso” do texto desse humilde protótipo de escritor no RPG VALE (<a href="http://www.rpgvale.com.br/2011/12/cancoes-da-meia-noite-36-renascimento.html" target="_blank">cancoes-da-meia-noite-36-renascimento</a>), voltamos as atenções para o mundo dos games.</p>
<p>Terminei de ver a primeira etapa de vídeos-aula do curso online do <a href="comunidade.lucianoaugusto.com.br" target="_blank">Luciano Augusto</a>, aumentando meu conhecimento do Unity 3D e de técnicas de programação de jogos com essa engine. O resultado pode ser visto abaixo.<span id="more-1037"></span></p>
<p><a href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/webgame/WebPlayer.html" target="_blank">primeiro bloco de aulas unity 3d</a></p>
<p>Claro, pelo o que podemos ver a qualidade do design não melhorou muito. uahauhauh Algumas particularidades da ferramenta ainda estão dando trabalho, mas estou muito feliz com o resultado.</p>
<p>Temos contador de balas, explosões com som, teste de life com GUI. Além de animações controladas por ações.</p>
<p>A partir de agora começarei um pequeno projeto, um jogo completo. Espero que gostem.</p>
<p>Quero agradecer a todos que ajudaram esse blog, twittando, curtindo, bluzzando, indicando para mãe e para o cachorro.</p>
<p>Mas principalmente a todos que ajudam diretamente, Daniel Sarita, Savio Yoda, Ale Roque, Dani Ragabash e Érica “Mestra Urbana”</p>
<p>Caso eu não lance mais nada por aqui, fica o meu desejo de felicidade, paz, saúde, alegria, muitos games (eletrônico ou de mesa), bebedeiras e festas em 2012. São os votos que deixo a vocês.</p>
<p>E que esse ano não seja o último.</p>
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		<title>Venha fazer parte do Baronato</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 00:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Romances]]></category>
		<category><![CDATA[Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
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		<category><![CDATA[Baronato]]></category>
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		<category><![CDATA[José Roberto Vieira]]></category>
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		<description><![CDATA[O Baronato de Shoah A Canção do Silêncio José Roberto Vieira               O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e &#8230; <a href="http://www.mestreurbano.com.br/?p=1022">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center; margin: 0px;">O Baronato de Shoah</h3>
<h3 style="text-align: center;">A Canção do Silêncio</h3>
<h2 style="text-align: center;">José Roberto Vieira</h2>
<p><strong> <strong><a href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/capa-baronato.jpg"><img class="aligncenter" title="capa-baronato" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/capa-baronato-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a></strong></strong></p>
<p><em>            </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio</em> é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura <em>pop</em> numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e <em>videogames</em>. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética <em>steampunk,</em> o mundo de <em>O Baronato de Shoah</em> une seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos.</p>
<p><span id="more-1022"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o nascimento os <em>Bnei Shoah </em>são treinados para fazerem parte da <em>Kabalah</em>, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de dois anos servindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn.</p>
<p><strong><a href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Maya-low.jpeg"><img class="aligncenter" title="Maya low" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Maya-low.jpeg" alt="" width="197" height="279" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a revelação de um poderoso e surpreendente vilão põe Sehn perante um dilema: cumprir a promessa à amada ou rumar a um trágico confronto, sabendo que isso poderá destruir não só o que jurou amar e proteger, mas aquilo que aprendeu como a verdade até então.</p>
<p><a href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/edgar-crow-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1025 aligncenter" title="edgar crow " src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/edgar-crow-2-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p><strong>Sobre o autor:</strong></p>
<p><strong>José Roberto Vieira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nasceu em 1982, na capital de São Paulo. Formado em Letras pela Universidade Mackenzie, atuou como pesquisador pelo SBPC e CNPQ, atualmente é redator e revisor. Teve contos publicados na coletânea <em>Anno Domini – Manuscritos Medievais </em>(2008)<em> </em>e <em>Pacto de Monstros </em>(2009). BLOG <a href="http://www.baronatodeshoah.blogspot.com/">www.baronatodeshoah.blogspot.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Dante.jpeg"><img class="aligncenter" title="Dante" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Dante-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></strong></p>
<p><strong>O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio</strong><br />
<strong>Autor</strong>: José Roberto Vieira</p>
<p><strong>ISBN</strong>: <strong>978-85-62942-19-8</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Gênero</strong>: Literatura fantástica &#8211; romance</p>
<p><strong>Formato</strong>: 14cm x 21cm</p>
<p><strong>Páginas</strong>: 264 em preto e branco, papel pólen bold 90g<br />
<strong>Capa</strong>: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm<br />
<strong>Preço de capa</strong>: R$ 46,90</p>
<p>Melhor preço (20/12/2011)</p>
<p><a title="Baronato na Siciliano" href="http://www.siciliano.com.br/cesta/cesta.dll/mostra?ID=BD21FDB07DB0C14152C380638&amp;FIL_ID=102&amp;PAC_ID=26213&amp;tptCesta=cesta.htm&amp;tptPagto=formapagto.htm&amp;tptLogin=login.htm&amp;tptEndereco=endereco.htm&amp;tptCliente=dadoscliente.htm&amp;tptPesqCliente=&amp;PID=3527277  ">Baronato na Siciliano</a></p>
<hr />
<p><strong>Com a palavra, Mestre Urbano:</strong></p>
<p>Resumindo bem, o livro do Zé Roberto é foda, e não pode faltar na estante de qualquer um que curte RPGs eletrônico (leia Final Fantasy), o estilo steampunk e aventuras épicas.</p>
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		<item>
		<title>Chorar até que a tristeza passe e fiquem as lembranças de ter vivido&#8230; Obrigado, Doutor.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 15:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre Urbano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians sendo ou não o primeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Pra Cima deles Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia Corinthiana]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Socrates]]></category>
		<category><![CDATA[Magrão]]></category>
		<category><![CDATA[mito]]></category>
		<category><![CDATA[Socrates]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tenho clima para criar um texto e tenta explicar, quem sabe amanhã, semana que vem. Quem sabe. #luto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho clima para criar um texto e tenta explicar, quem sabe amanhã, semana que vem. Quem sabe.</p>

<a href='http://www.mestreurbano.com.br/?attachment_id=1008' title='socrates'><img width="150" height="150" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/socrates-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="socrates" title="socrates" /></a>
<a href='http://www.mestreurbano.com.br/?attachment_id=1007' title='IMG_0625'><img width="150" height="150" src="http://www.mestreurbano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0625-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0625" title="IMG_0625" /></a>

<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/vh-ZQ1ozoXA" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>#luto</p>
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